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21 de Janeiro de 2008
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Solange
Mulher amarga, de mal com a vida Dê meu sorriso, Me devolve o sono!
Mulher mesquinha Mulher sem jeito Que ladainha! Quem deu direito?
Mulher medonha, destrói meus planos, é enfadonha! Mulher de enganos
Mulher infeliz ser sem coração Projeto de meretriz! não vale um tostão!
Porque nessa vida muitas coisas me deixam pra lá de fulo Mas eu sinceramente não conheço nada E olha só, vou dizer: eu juro! Eu não conheço NADA tão ruim quanto esse estrume quanto essa desgraçada que tem consigo o azedume de mulher que é mal-amada!
Mulher mesquinha! Da boca que range Como eu te odeio! Te odeio, Solange!!!
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 21.1.08
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5 de Janeiro de 2008
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Pode ser que este samba todo muita pouca coisa valha
mas
Vou dizer que ando meio louco de saudade da Natália
Só porque o tempo hoje é pouco e ela quer que a gente saia
Sem saber que quando estamos juntos, é o tempo, ele que pára
Fui cantar, cantei a noite inteira, derramando poesia
Fui cantar Natália foi comigo dizendo que não queria
E apesar de todo meu amor, ela implicou com a boemia
Foi dizer que aquela vida errante para ela não servia
Meu amor, entenda que a vida necessita de alegria
Por favor você é minha querida, só canção não bastaria
Pois então, me abraça, aperta forte e engrosse a cantoria!
Porque é bom cantar a noite inteira e ver o sol raiar o dia
Porque é bom amar a noite inteira e ver o sol raiar o dia...
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 5.1.08
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Eu não lhe dei esse direito
Eu não lhe dei esse direito, eu não vou admitir Você escravizar meu peito e me deixar sem onde ir
Eu lhe amo, tanto e tanto Que mal sei como explicar Mas você só quer meu pranto! Jeito estranho de amar...
Eu lhe amo, no entanto Tenho que lhe confessar Solidão, eu lhe garanto Dói mas não faz sufocar
Eu queria ter seus beijos, e seu amor p´ra todo o sempre Mas confesso, tenho medo Desse amor cego e doente
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 5.1.08
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O Poeta Perdido
E surtou, e se perdeu aí deu de fazer poesia Então lembrou, se esqueceu da noite fez raiar o dia
E amou, e se entorpeceu Viveu em enorme euforia E chorou, e padeceu Mas foi tudo o quanto queria
E caiu, se jogou, atirou seu corpo -franzino - do maior penhasco e fugiu, ousou, recuou Tornou-se então seu maior carrasco
E escreveu, ah! Como escreveu! Escrevia sensações Escreveu tanto que se morreu Afogado em indagações...
Mas questionou, e perguntou! Duvidou de tudo quanto era trivial Seu pobre peito que não suportou Essa euforia torpe de carnaval
Mas sentia-se poderoso Controlava as névoas da vida! Hoje o pobre é desgostoso Sua poesia é esquecida
Mas em dia de tristeza Não se deixa derrubar Tem ainda a sutileza De um verso p´ra rimar...
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 5.1.08
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