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27 de Maio de 2007
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Rita Lee na minha vida
Rita Lee na, vitrola e agora tudo faz sentido Por que agora eu me concentro, e vivo tão em paz comigo!
Quanto tempo eu demorei P´ra descobrir esse caminho!
Rita Lee na, vitrola e nunca mais estou sozinho Eu presto atenção em tudo, consigo ir até o fim
O que precisar eu estudo Me sinto tão feliz assim!
Ah! Rita... Li na, revista, livros, jornais, filmes, papéis... Agora não me perco mais em pensamentos tão crueis
Rita Lee na, felicidade Dá nova vida aos inquietos agora estou tão à vontade... Levando a vida em vento certo
Só hoje encontrei meu rumo, porque se muito errei, assumo Mas impulsão já não dá mais!
A Rita trouxe a minha paz A Rita trouxe a minha paz
Viver sem Rita? Nunca mais!
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 27.5.07
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20 de Maio de 2007
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Declaração de amor
Me deixa escrever um poema!? E brincar com seus cabelos Dizendo besteiras sem sentidos, quero sussurar em seus ouvidos
Ah! Parece que você não existe Aparece! Ando assim, tão triste...
Me deixa contar alguns segredos? Todos inventados, só pra você! Vou lhe dizer: tenho tantos medos... E só você p´ra me proteger
Quanto do mundo cabe em um abraço? Vamos brincar de ficar bem... Vamos brincar de amor?! A gente faz de conta! E quando perceber, a gente nem sabe mais onde termina a brincadeira onde começam os sentimentos
Me contento com tão pouco, Muita gente nem entende Vamos inventar uma história?! Segura na minha mão! Não solta...
Sabe, vou lhe ser sincero: Ser o amor da sua vida eu não quero, quero apenas que você pense que eu sou
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 20.5.07
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14 de Maio de 2007
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Diálogo
Tu disseste: és amargo respondi que tanto faz, paguei com indiferença um preço alto por demais
Tu disseste que tens pena, perguntei: pena de quê? O meu pranto não compensa, não te importa, é sem porquê.
Te olhei fundo nos olhos, eu não pude me esconder Meus desejos já se foram, guarde-os todos p´ra você!
Te agarrei, marquei o braço mas palavras me faltaram Te soltaste, olhar cortante Minhas pernas sucumbiram! tuas pernas soçobraram...
Te entregaste, E entreguei-me Partimos Talvez P´ra sempre
Hoje eu digo: sou amargo, e não há nada que posso fazer O doce da vida, o sorriso largo Foram todos com você...
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 14.5.07
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6 de Maio de 2007
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No fim das contas
Ficaram só os entretantos, entreatos, desencantos entretidos pelos cantos 0 seu choro e os meus cantos
Ficamos sós na escuridão, quarto frio, vida fria, calafrio, eu já dizia que isso é pura ilusão!
Fiquei besta e você burra mesmo assim o tempo passa sorrateiro, por pirraça enquanto eu falo, você urra
Eu lhe olho e não me vejo Você xinga, você grita seu amor hoje me irrita E eu não choro por um beijo
Ficamos só no deixa disso, no não ouse, no esqueça enfiando na cabeça nosso ódio e nosso vício...
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 6.5.07
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1 de Maio de 2007
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Comprando ilusões
Pôs seu terno bem cortado, pouco vai adiantar. O seu peito amargurado amargurado vai ficar
Roupa cara pouco vale se quiser sinceridade Sentimentos não se compram! Guarde a falsa vaidade
Pois seu jeito comportado de quem vive a vida errada Faz você sofrer calado, pensar tanto e dizer nada
Viver assim não tem sentido, não se chega a canto algum! Vai ficar sempre perdido, e condenado a ser mais um...
postado
por: Gabriel Vinicius Moura às 1.5.07
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